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Qual o retorno de treinamentos corporativos da sua empresa? Você sabe o ROI das iniciativas de capacitação interna?

Esta são perguntas que nós, responsáveis pelas áreas de treinamento e desenvolvimento temos bastante dificuldade em responder. Chega a ser impensável encontrar a fórmula mágica que isole os resultados financeiros atrelados à iniciativas de treinamento e capacitação.

Aprofundando essa crença, vamos apresentar os 11 mitos que impedem a implantação de um processo de avaliação dos resultados das ações de treinamento corporativo:

 

Mito 1: Eu não posso mensurar os resultados de meu esforço de treinamento.

Persiste o mito de que não é possível identificar e calcular os efeitos de retorno de treinamentos de forma mensurável. Hoje existem metodologias e ferramentas para mensuração de qualquer retorno de treinamentos. Torna-se indispensável uma mudança de atitude sobre a necessidade da avaliação.

 

Mito 2: Eu não sei qual informação coletar.

Se os objetivos são precisos e mensuráveis, então se tem uma ideia de qual tipo de informação coletar. Quando o treinamento foca o desempenho, a confusão sobre quais informações coletar desaparece.

 

Mito 3: Se eu não calcular o retorno de treinamentos, não há utilidade em avaliar programas.

Há outros motivos que não econômicos para conduzir um programa de treinamento. Alguns programas são elaborados para atender a premissas subjetivas, logo, não há como ser tão específico como o cálculo do ROI para investimentos. Em alguns casos, o custo de realizar uma mensuração de retorno de treinamentos precisa superar os custos do programa.

 

Mito 4: Mensuração é efetiva somente nas áreas de produção e de finanças.

Toda área funcional tem sido alvo de prestação de contas, por isso a mensuração existe em todas as áreas funcionais. A área de treinamento é uma delas e também tem sido exigida. Por isso a importância de produzir mensurações que tenham significado e sejam realistas.

 

Mito 5: Meu CEO (Chief Executive Officer) não exige avaliação, então por que eu deveria fazê-lo?

Pode ocorrer repentinamente de o CEO exigir justificativas para a existência do departamento de treinamento. Ou um novo CEO assumir o comando da organização e exigir mensurações sobre o retorno de treinamentos. Outro fato importante é que o CEO avalia os esforços de treinamento de forma explícita ou implícita. Seja, tirando conclusões com base em dados reais ou mesmo na ausência desses dados.

 

Mito 6: Há muitas variáveis que afetam a mudança de comportamento, dificultando a avaliação do impacto do treinamento.

Há vários estudos realizados em que se consegue avaliar o impacto do treinamento mantendo-se as demais variáveis constantes. É possível isolar as variáveis sobre as quais a área de treinamento tem controle, que envolvem o processo de treinamento. Embora as mensurações possam não ser precisas, elas são melhores do que não realizar nenhuma mensuração.

 

Mito 7: Avaliação lida com a crítica.

Resultados de avaliação de retorno de treinamentos podem ter reflexos desfavoráveis sobre quem desenhou o programa. A menos que uma organização esteja preparada para críticas, a avaliação pode gerar comentários e feedback nem sempre positivos.

 

Mito 8: Eu não preciso justificar minha existência, eu tenho experiência comprovada.

Apesar de alguns profissionais terem excelente reputação, os resultados da área de treinamento não são reflexo do esforço de um indivíduo. No momento de crise econômica a reputação é esquecida e os gestores precisam de dados claros para demonstrar o resultado.

 

Mito 9: A ênfase em avaliação deveria ser a mesma em todas as organizações.

O interesse em avaliação depende do tamanho da organização e do escopo de atividades da área de treinamento. Organizações pequenas com processos informais de treinamento têm pouco interesse em avaliação. Já as organizações maiores deveriam preocupar-se em avaliar o retorno de treinamentos.

 

Mito 10: Medir o progresso em direção aos objetivos é uma estratégia de avaliação adequada.

Os objetivos de treinamento são estritamente focados em conteúdo, atividades de aprendizagem e melhorias imediatas pós-treinamento. A avaliação torna-se inadequada, pois não foca o impacto do treinamento no longo prazo e as medidas de mensuração não se relacionam a mudanças e resultados.

 

Mito 11: Avaliação provavelmente tem custo elevado.

A avaliação é uma pequena parte da atividade de treinamento e, consequentemente, seu custo também. Quando a avaliação está integrada aos demais processos, o custo e o tempo podem ser pequenos.

 

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